Crise epiléptica. Neuropediatra em São Paulo, especializada em crianças avaliando os sintomas, doenças e tratamentos neurológicos.

Crise epiléptica

É importante esclarecer que crise epiléptica não necessariamente consiste em epilepsia.

As crises epilépticas consistem em sintomas de descargas anormais entre o neurônios, as células cerebrais. O sintoma da crise epiléptica é muito variável e depende da localização em que estas células desencadeiam a descarga anormal.

A crise epiléptica pode ser um episódio único, decorrente de uma situação específica em que neurônios com esta descarga são sensibilizados por fatores diversos, tais como hipoglicemia (falta de açúcar sangue), infecção (meningite), febre, distúrbios metabólicos, falta de oxigenação cerebral adequada.

É importante esclarecer que crise epiléptica não necessariamente consiste em epilepsia. Esta última se caracteriza pela recorrência de crises epilépticas.

A crise epiléptica é historicamente conhecida como a situação em que o indivíduo cai, perde a consciência e fica “se batendo”, “espumando”. Há muito folclore a respeito, em que se diz que não se deve tocar na saliva que se contrai epilepsia; que há relação com maus espíritos; que após a crise a pessoa fica louca…

Na realidade devemos desmitificar a crise epiléptica e promover o seu diagnóstico e tratamento.

É muito importante lembrar que nem toda crise epiléptica se manifesta desta forma, o que dificulta seu diagnóstico e tratamento. Em especial em bebês e crianças temos formas diversas de crises epilépticas, porque o cérebro em desenvolvimento tem uma forma de comunicação celular diferente do adulto que na sua expressão como descarga anormal leva a crises epilépticas com características específicas.

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