Isolamento social. Neuropediatra em São Paulo, especializada em crianças avaliando os sintomas, doenças e tratamentos neurológicos.

Isolamento social

O comportamento de isolamento não é habitualmente observado nas crianças.

Trata-se de retraimento, de pouca procura de contato com outros indivíduos. Algumas pessoas têm como características serem mais reservadas, com poucos amigos. Mas quando se preocupar com o isolamento social?

Se a criança tem uma boa relação com familiares e pares e de repente passa a não procurar os amigos, a se trancar no quarto, brincar sozinha, falar pouco há de se considerar uma situação que merece atenção e cuidado.

Por ser uma mudança de comportamento é conveniente avaliar vários aspectos que levam ao quadro, pois trata-se de algo reacional. Devem ser considerados, por exemplo, problemas familiares, bulling na escola, situações de abuso, estresse. Mas também devemos avaliar alterações orgânicas como distúrbios hormonais, alterações auditivas, quadros psiquiátricos como depressão.

Já se a criança é menor ou lactente que procura isolamento, não se incomoda em ficar no berço sozinho, não procura outras crianças pode além das causas anteriormente citadas apresentar autismo.

É importante salientar que o sintoma de isolamento social não deve ser interpretado de forma exclusiva, pois compõe sintomas de um distúrbio maior. Mas é um sinal de alerta significativo.

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